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Calor extremo e o novo normal. Como as árvores afetam isso?

O G1 publicou nessa terça-feira, 14 de novembro de 2023, um longo artigo sobre um estudo que analisa as variações climáticas no Brasil entre 1961 e 2020, mostrando os efeitos do aquecimento sobre nossas cidades.


Embora simplifique muito a questão dos Gases do Efeito Estufa e não reflita exatamente a forma como a Floresta Amazônica captura e converte o carbono na atmosfera, uma entrevistada aborda pontualmente o papel das florestas urbanas na diminuição desses efeitos.

Veja o que diz geógrafa Karina Lima, doutoranda e pesquisadora de clima na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS):

enchentes e condições extremas ãso mais comuns
mudanças climáticas não são ficção científica

"Precisaremos repensar as cidades, aumentar a vegetação em locais estratégicos, como os pontos de ônibus e os locais em que as pessoas ficam expostas por um tempo prolongado, investir no isolamento térmico das casas, pintar telhados com cores mais claras, garantir o acesso a água potável e ao protetor solar, fazer campanhas de conscientização, evitar exposições ao calor que não sejam absolutamente necessárias...", lista ela.

"Não damos o devido valor à urgência deste problema. As mudanças climáticas são uma questão transversal, que afeta todas as áreas da nossa vida, da segurança alimentar à saúde e a economia."

"E esse é o maior desafio da Humanidade", conclui ela.


Leia o artigo completo de André Biernath em <https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2023/11/14/calor-extremo-pode-se-tornar-o-novo-normal-no-brasil.ghtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=g1>


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